Como Saber se Uma Pessoa Foi Curada Por Deus ou Satanás

Como saber se uma cura foi feita por Deus ou Satanás?


A Palavra de Deus apresenta o dom da cura como sendo uma possibilidade de Deus e de Satanás.


Jesus realizou muitos milagres de cura. Pedro, após ter alcançado a cura do coxo junto à porta chamada Formosa, afirmou claramente que aquele ato foi realizado pelo poder de Cristo Jesus e não pela sua capacidade (Atos 3:12-16). Assim, em toda a Escritura, a possibilidade de cura é alcançada pelo poder de Deus. Os instrumentos usados para tal milagre podem ser profetas, apóstolos ou alguém designado por Deus. A ciência e os médicos também podem ser usados hoje como instrumentos nas mãos de Deus para a operação de curas. As Escrituras não limitam a possibilidade de cura a uma determinada época ou período. Os milagres dão evidência do poder de Deus, mas não nos esqueçamos da contrafação satânica. Vejamos como isso acontece.

Dom de Cura ! Como Saber se é de Deus ou Não?


O apóstolo Paulo descreve a ação fraudulenta de Satanás em 2 Coríntios 11:13-15. Ele se disfarça em anjo de luz e assim também os seus apóstolos. O livro do Apocalipse apresenta os sinais e maravilhas da besta que representa Satanás e o Anticristo (Apocalipse 13:13 e 14, 16:13 e 14). Em seu sermão profético, Jesus evidencia a ação devastadora dos falsos Cristos e falsos profetas enganando até os escolhidos (Mateus 24:24). Em Mateus 7:22,23 Jesus relata a decepção que muitos supostos cristãos experimentarão, por ocasião da Sua volta. Segundo este relato, alguns expulsaram demônios, outros profetizaram e outros fizeram muitos “milagres”. Mas para o horror deles, Jesus dirá: “Apartai-vos de Mim, não vos conheço”.

Como saber se a cura foi efetuada por Deus ou Satanás? 




 O próprio Jesus responde (Mateus 7:21-23). A cura dá evidências da ação de um poder satânico ou divino. Ninguém deve acreditar num pregador ou apóstolo só porque realiza milagres. Se a sua vida e os seus ensinos não estiverem de acordo com a doutrina bíblica de nada servirão tais milagres (Isaías 8:19 e 20). A cura não prova a verdade e sim a verdade (bíblica) é que prova a cura.



Como Saber se Uma Pessoa Foi Curada Por Deus ou Satanás AMP HTML Há inúmeras religiões que falam muito de fé, mas se não houver cura, se não houver enriquecimento, não há motivação para seguir a Cristo. Será isto fé ou barganha? Se não houver compensação não há relacionamento? O apóstolo Paulo pediu para Deus curá-lo de sua enfermidade, mas Deus não o curou. Quer dizer então que o apóstolo Paulo não tinha fé? Cristo disse que seria melhor perder um olho, um braço ou a própria vida, do que perder a vida eterna.

Em Isaias 35:5 e 6 o profeta fala do tempo quando Deus virá restaurar a Terra, então os cegos, coxos, mudos e surdos serão curados pelo poder do Seu amor. Portanto, Deus nunca prometeu curar todos os que acreditam nEle, mas prometeu levá-los para o Seu lar onde não haverá mais morte nem dor (Apocalipse 21:1-4).

Nos primórdios da era cristã, Deus deu à igreja o dom da cura e outros dons, para dar crédito à pregação das boas-novas da salvação provida por um Deus que foi morto por simples mortais. Isto naquela época era loucura para os incrédulos. Os dons dados à Igreja eram para ser evidências do poder de Deus na vida de Seus humildes servos.


Note que a ênfase da pregação do evangelho que revolucionou o mundo não era baseada no dom da cura, mas no amor de Jesus demonstrado na cruz do calvário. Será que não havia doentes naquele tempo? Com certeza muitos! Mas os discípulos jamais usaram a cura como um meio de propagar suas crenças. As pessoas não estavam interessadas na cura, mas na nova vida oferecida por Cristo.


Os dons que Satanás concede

Satanás tem deturpado tudo o que Deus criou para a felicidade eterna do homem: o sexo, a música, a dança, os divertimentos, os alimentos, os dons espirituais, etc… Tanto é que Cristo advertiu-nos a respeito dos falsos cristos, falsos profetas, falsos milagres, etc. Hoje há muita exploração comercial e espiritual em torno das curas, onde se vê charlatanismo, truques baratos, autossugestão, e manifestações demoníacas. Graças a Deus que nossa salvação não depende de curas e milagres, mas sim da pessoa de Jesus. Ele é o único nome para a nossa salvação (Atos 4:12).

Cremos que Jesus pode e realiza milagres e curas maravilhosas, mas não é por isso que cremos nEle. Cremos nEle porque na cruz Ele demonstrou ser o nosso amorável Salvador!

Cremos que a atitude mais correta é seguir os conselhos da Palavra de Deus, onde com segurança encontramos luz para o nosso caminho durante a jornada neste mundo coberto pelas trevas do egoísmo. A Bíblia diz: “Examinai tudo e retende o que é bom; Nem todo o que diz Senhor entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade do Meu pai”.fonte




Quem é Jesus Cristo ?

 "Quem é Jesus Cristo?"



 Quem é Jesus Cristo? Diferentemente da pergunta 'Deus existe?', bem poucas pessoas perguntam se Jesus Cristo existiu ou não. Geralmente se aceita que Jesus foi de fato um homem que andou na terra, em Israel, há quase 2000 anos. O debate começa quando se analisa o assunto da completa identidade de Jesus. Quase todas as grandes religiões ensinam que Jesus foi um profeta, um bom mestre ou um homem piedoso. O problema é que a Bíblia nos diz que 
Jesus foi infinitamente mais do que um profeta, bom mestre ou homem piedoso.



C.S. Lewis, em seu livro Mero Cristianismo, escreve o seguinte: “Tento aqui impedir que alguém diga a grande tolice que sempre dizem sobre Ele [Jesus Cristo]: ‘Estou pronto a aceitar Jesus como um grande mestre em moral, mas não aceito sua afirmação em ser Deus.’ 


Então, quem Jesus afirmou ser? Segundo a Bíblia, quem foi? 


Primeiramente, vamos examinar as palavras de Jesus em João 10:30: “Eu e o Pai somos um.” Em um primeiro momento, pode não parecer uma afirmação em ser Deus. Entretanto, veja a reação dos judeus perante Sua afirmação: “Os judeus responderam, dizendo-lhe: Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo” (João 10:33). Os judeus compreenderam o que Jesus havia dito como uma afirmação em ser Deus. Nos versículos seguintes, Jesus jamais corrige os judeus dizendo: “Não afirmei ser Deus”. Isto indica que Jesus realmente estava dizendo que era Deus ao declarar: "Eu e o Pai somos um” (João 10:30). Outro exemplo é João 8:58, onde Jesus declarou: “Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou.” Mais uma vez, em resposta, os judeus tomaram pedras para atirar em Jesus (João 8:59). Ao anunciar Sua identidade como “Eu sou”, Jesus fez uma aplicação direta do nome de Deus no Velho Testamento (Êxodo 3:14). Por que os judeus, mais uma vez, se levantariam para apedrejar Jesus se Ele não tivesse dito algo que creram ser uma blasfêmia, ou seja, uma auto-afirmação em ser Deus?

João 1:1 diz que "o Verbo era Deus". João 1:14 diz que "o Verbo se fez carne". Isto mostra claramente que Jesus é Deus em carne. Tomé, o discípulo, declarou a Jesus: “Senhor meu, e Deus meu! (João 20:28). Jesus não o corrige. O Apóstolo Paulo O descreve como: "...grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo"(Tito 2:13). O Apóstolo Pedro diz o mesmo: "...nosso Deus e Salvador Jesus Cristo"(II Pedro 1:1). Deus o Pai também é testemunha da completa identidade de Jesus: "Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de eqüidade é o cetro do teu reino" (Hebreus 1:8). No Velho Testamento, as profecias a respeito de Cristo anunciam sua divindade: "Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz" (Isaías 9:6).


Então, como argumentou C.S. Lewis, crer que Jesus foi um bom mestre não é opção. Jesus claramente e inegavelmente se auto-afirma Deus. Se Ele não é Deus, então mente, conseqüentemente não sendo também profeta, bom mestre ou homem piedoso. Tentando explicar as palavras de Jesus, 'estudiosos' modernos afirmam que o 'Jesus verdadeiramente histórico' não disse muitas das coisas a Ele atribuídas pela Bíblia. Quem somos nós para mergulharmos em discussões com a Palavra de Deus no tocante ao que Jesus disse ou não disse? Como pode um 'estudioso' que está 2000 anos afastado de Jesus ter a percepção do que Jesus disse ou não, melhor do que aqueles que com o próprio Jesus viveram, serviram e aprenderam (João 14:26)?


Por que se faz tão importante a questão sobre a identidade verdadeira de Jesus? Por que importa se Jesus é ou não Deus? O motivo mais importante para que Jesus seja Deus é que se Ele não é Deus, Sua morte não teria sido suficiente para pagar a pena pelos pecados do mundo inteiro (I João 2:2). Somente Deus poderia pagar tamanho preço (Romanos 5:8; II Coríntios 5:21). Jesus tinha que ser Deus para que pudesse pagar nossa dívida. Jesus tinha que ser homem para que pudesse morrer. A Salvação está disponível somente através da fé em Jesus Cristo! A natureza divina de Jesus é o motivo pelo qual Ele é o único caminho para salvação. A divindade de Jesus é o porquê de ter proclamado: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6).fonte

E vi um novo céu, e uma nova terra Apocalipse 21:1

O que a Bíblia diz sobre os novos céus e nova terra?

Quais são os novos céus e a nova terra, que a Bíblia menciona? A seção da Escritura que aborda esse tópico inclui os dois últimos capítulos da Bíblia, Apocalipse 21-22 . Esta passagem nos forneceu uma visão detalhada sobre a visão dada ao apóstolo João sobre o que vai acontecer no fim dos tempos ou o que é muitas vezes chamado o estado eterno. 

Apocalipse 21: 1 começa assim: "E vi um novo céu e uma nova terra , pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. " O primeiro céu (o céu) e a primeira terra será destruído e o mar vai desaparecer. Crentes viverão em uma existência completamente nova, que inclui uma nova cidade celestial chamada Nova Jerusalém ( Apocalipse 21: 2 .)



A existência de crentes neste lugar é descrito em Apocalipse 21: 3-4 : "Eis a morada de Deus é com o homem. Ele habitará com eles, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus  estará com eles como seu Deus. Ele enxugará toda lágrima de seus olhos, e a morte não existe mais, nem haverá luto , nem clamor, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. " Esta morada eterna incluirá Deus com o seu povo em um ambiente perfeito, eterno. 

As dimensões ou o tamanho da nova Jerusalém são dadas em Apocalipse 21: 15-21 . Em termos modernos, esta cidade será de 1.400 milhas por 1.400 milhas (12.000 estádios), um tamanho de dois milhões de pés quadrados! Também será 1.400 milhas de altura, indicando que a cidade será uma forma de quadrada mais de 600.000 andares. Ele irá incluir 12 portas com os nomes das 12 tribos de Israel e 12 bases que incluem os nomes dos apóstolos. A cidade será composto de uma grande variedade de jóias e cores e será feita de ouro. Tenha em mente que esta descrição é a tentativa de João para explicar o esplendor da cidade; ele não pode incluir todos os detalhes de sua grandeza.

Apocalipse 21: 22-23 ações, "E não vi templo na cidade, porque o seu templo é o Senhor Deus Todo-Poderoso e o Cordeiro. E a cidade não necessita de sol. ou a lua de brilhar sobre ele, para a glória de Deus a tem iluminado, e sua lâmpada é o Cordeiro ". Esta nova cidade não irá incluir nenhum templo, sem sol e sem lua. O Cordeiro (Jesus) será a sua luz. Sua existência será perfeitamente seguro e sem pecado.

Apocalipse 22: 5 conclui a descrição dos novos céus e nova terra, dizendo: "
E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os ilumina; e reinarão para todo o sempre. " 

Em última análise, a maior alegria será  habitar em conjunto com todos os crentes na presença do Senhor para sempre. A terra, que começou com os seres humanos em um jardim terminará com o povo de Deus em uma cidade onde teremos perfeita comunhão com Ele.fonte





Você Conhece Jesus Cristo Como Seu Salvador?

Você Conhece Jesus Cristo Como Seu Salvador?



'E agora, por um pequeno momento, se manifestou a graça da parte do SENHOR, nosso Deus, para nos deixar alguns que escapem, e para dar-nos uma estaca no seu santo lugar…'Esdras 9.8


Talvez você participe dos cultos de uma boa igreja evangélica. É possível que tenha lido vários trechos da Bíblia e talvez tenha em sua biblioteca livros sobre a vida cristã. Já ouviu falar do Evangelho e da Salvação. Pode até ser que você seja batizado e professe estar entre os salvos.


E mesmo assim, apesar da aparência exterior, pode ser que você ainda não siga a Cristo, pois Ele ainda não é seu Senhor. Independente da sua situação religiosa, peço que considere por um momento: você já foi perdoado por Cristo?


Onde há perdão, houve primeiramente uma ofensa. É fundamental que entendamos que nosso pecado é a nossa maior ofensa contra Deus. Recomendo a leitura do capitulo 9 de Esdras pois neste capitulo, ele confessa seu pecado junto com o pecado do povo de Israel. Lemos a partir do versículo 5: “Me pus de joelhos, e estendi as minhas mãos para o SENHOR meu Deus; e disse: Meu Deus! Estou confuso e envergonhado, para levantar a ti a minha face, meu Deus; porque as nossas iniqüidades se multiplicaram sobre a nossa cabeça, e a nossa culpa tem crescido até aos céus. Desde os dias de nossos pais até ao dia de hoje estamos em grande culpa…” A atitude de Esdras demonstra que ele enxergava seus pecados como sendo ofensivos ao próprio Deus santo. Esdras não fez de conta que seus pecados eram ocultos ou discretos e nem ainda uma “escolha pessoal”, mas admite que “nossa culpa tem crescido até aos céus“. Nossa culpa é vista por Deus, pois vivemos todo dia perante Seus olhos. O próprio Esdras reconheceu, “Eis que estamos diante de ti, na nossa culpa” (Ed 9.5). O Rei Davi admitiu “Fiz o que é mal à tua vista” (Sl 51.3) e o profeta Isaias confessou, “as nossas transgressões se multiplicaram perante ti, e os nossos pecados testificam contra nós” (Is 59.12).Essa culpa “que tem crescido até aos céus” é o efeito colateral do pecado. A culpa nos lembra a cada momento da condenação justa por causa do pecado. Carregamos o peso da punição vindoura, temendo um encontro com o Deus Justo depois da morte. “Todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão” (Hb 2.15). E com toda razão, afinal a Bíblia não poupa palavras quando descreve a punição eterna daqueles que zombam de Deus: “Este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira” (Ap 14.10).


Antes de ser salvo, é necessário que você perceba o quão perdido você é nos seus pecados. Somente o náufrago clama por socorro. Você já chegou a se ver culpado diante do seu Criador? Chegou a admitir, “Fui pesado na balança da perfeição divina e tenho sido achado em falta”? Já confessou, “estou destituído da glória de Deus”?


Se você está carregando o peso da condenação, as boas novas do Evangelho serão como água para sua alma sedenta. Aqueles que são corroídos pela podridão do pecado acharão restauração em Cristo. Ele diz: “Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede” (Jo 6.35). Este versículo diz a respeito à satisfação. Deus foi satisfeito com o sacrifício de Jesus Cristo na cruz. Cristo se satisfaz em remir pobres desgarrados e nós somos satisfeitos com a regeneração das nossas almas. Certamente, quem corre a Cristo, encontra satisfação eterna. Como não ser satisfeitos quando experimentamos que “se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2Co 5.17)? O Salmista escreveu, alegre e satisfeito: “Tu limpas as nossas transgressões. Bem-aventurado aquele a quem tu escolhes, e fazes chegar a ti, para que habite em teus átrios; nós seremos fartos da bondade da tua casa e do teu santo templo” (Sl 65.3,4).


Somos lavados das nossas transgressões! Cada detalhe do pecado é expurgado pelo sangue de Cristo. O sacrifico de Cristo é tão completamente imerecido e tão maravilhosamente completo. O Filho de Deus fez-se carne para resgatar-nos da nossa carnalidade. Ele deu sua vida na cruz para assim dar vida aos acusados. O Justo morreu pelos injustos. Foi paga a minha divida, pois o Filho de Deus aceitou morrer a minha morte na cruz aonde eu deveria ter sido crucificado. Claramente entendemos: “O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos” (Mt 20.28). Jesus Cristo, o unigênito Filho de Deus, tomou sobre Si a ira de Deus para que – morto e ressurreto – fosse a salvação completa dos mais indignos pecadores.


Você está satisfeito em Cristo? A sua alma repousa nele? Ou está ainda a procura de outro consolo além de Cristo?


Talvez você esteja confuso em como chegar a Cristo. Vejamos novamente a oração de Esdras, em Esdras capitulo 9. Perceba como ele reconheceu sua vergonha e iniquidade no versículo 6, confessou sua culpa no versículo 7 e por fim agarra-se à graça de Deus no versículo 8: “Agora, por um pequeno momento, se manifestou a graça da parte do SENHOR, nosso Deus, para nos deixar alguns que escapem, e para dar-nos uma estaca no seu santo lugar; para nos iluminar os olhos, ó Deus nosso, e para nos dar um pouco de vida na nossa servidão” (Ed 9.8). A graça de Deus tem se manifestada, permitindo que nós – presos na servidão ao pecado – possamos escapar da culpa e da condenação. É um escape imerecido, pago na integra por Cristo. Boas intenções, ofertas financeiras ou serviço dedicado não alcançarão o que a graça de Deus alcança por nós: um escape!


Como então ir a Cristo? Correndo. Como confiar nele? Inteiramente. Como rogar Sua misericórdia? Confessando seus pecados e crendo que Ele providenciou um escape. Devemos agarrar esta verdade: “Na nossa servidão não nos desamparou o nosso Deus; antes estendeu sobre nós a sua benignidade…para que nos desse vida” (Ed 9.9).


Agora não seria a hora de buscar essa benignidade de Deus? Onde quer que você esteja, não seria agora o momento de buscar um tempo à sós, e, de joelhos dobrados e coração quebrantado, rogar que Deus lave sua alma no sangue de Cristo? Estas palavras deviam ser suas: “Esconde a tua face dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniquidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto” (Sl 51.9,10).


Nós nos preocupamos com a mensagem da salvação porque não temos outra mensagem a anunciar a não ser: “Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores” (1Tm 1.15). É bom ler artigos, é ótimo ouvir palestras e excelente investir em bons livros. Mas nada valerá a pena se em primeiro lugar você não tem buscado o perdão de Deus aos pés da cruz. fonte


PERGUNTO NOVAMENTE: Você conhece Jesus Cristo como seu Salvador?

Como Posso Adquirir Conhecimento e Sabedoria Espiritual na Palavra de Deus?

Como posso adquirir conhecimento e sabedoria espiritual? 🙏🙏


Instrução é muito importante para aqueles que desejam viver uma vida longa e frutífera e ganhar sabedoria e conhecimento. Aqueles que instrui os outros deve primeiro ter conhecimento. Como um é instruído ele aprende o conhecimento e é, portanto, capaz de instruir os outros.

"Aplica o teu coração à instrução e os teus ouvidos às palavras do conhecimento" (Provérbios 23.12).

Todos os cristãos devem ter uma profunda fome e sede de conhecimento do Deus (Salmo 42,1-2; 63,1; 143,6; Provérbios 9.10; 30.3), o Pai, Filho e Espírito Santo. A maneira de obter esse conhecimento é através do estudo das Escrituras. Quanto mais estudamos a Bíblia quanto mais aprendemos de nosso Deus Pai, nosso Salvador, Jesus e o Espírito Santo que habita em todos os verdadeiros crentes nascidos de novo.

"O temor do Senhor é o princípio do conhecimento, mas os insensatos desprezam a sabedoria e a instrução" (Provérbios 1.7).

Cada crente deve gastar mais tempo lendo e estudando (Deuteronômio 4,9-10; Provérbios 8.34; 23.12; Lc 8.15, 21; 11,28; James 1,22; Apocalipse 1.3, Dt 17.19; Salmo 42,1-2; 63,1; 143,6; Apocalipse 1.3), ( Deuteronômio 8.3; Mateus 4.4; Provérbios 2,1-5; 8,34; 22,17; João 5.39; At 17.11; Romanos 15.4; 2 Timóteo 2.15; 3.15).

Memorizando as seguintes passagens irá equipar um crente para ganhar força na fé: (Deuteronômio 6.6; Salmo 37.31; 40.8; 119,11; Provérbios 2.1; 3.1, 3, 4,1, 21; 6,21; 22,18; Isaías 51.7; Ezequiel 3.10) e contemplando (Josué 1,8; Jó 22.22; 23.12; Salmo 1.2; 4.4; 19,14; 63,6; 77,12; 104,34; 119,15, 23, 27, 48, 78, 97, 99, 148; 143,5; 1 Timóteo 4.15).

Instrução é algo que todo mundo precisa, a fim de adquirir conhecimento. Deve-se obter tanto quanto possível e ninguém pode fazer sem ele. Toda criança precisa de instrução de seus pais .(Provérbios 1,8; 3,1; 4,1; 6,20; 23,22). Os alunos precisam de ouvir a instrução de seus professores, se eles querem aprender alguma coisa. No trabalho do novo funcionário precisa de ouvir a instrução de um mais experiente.

O mesmo é verdadeiro no reino espiritual. Os pais devem instruir seus filhos nos caminhos do Senhor e na Sua Palavra. Os pais devem ser o chefe da casa e fazer a maior parte do ensino (Dt 4,9; 6,6-7; 11,18; 32,46; Salmo 78.5). Na igreja os pastores e professores da Bíblia são para instruir a congregação e mostrar-lhes como estudar a Bíblia por conta própria. Eles estão a fazer discípulos de todos na igreja (2 Timóteo 2.2).

Os cristãos que podem estudar a Bíblia por conta própria têm o privilégio especial de ser ensinado por Deus Pai (Tiago 1.5), pelo próprio Senhor (1 Coríntios 2.16; 2 Timóteo 2.7), e pelo Espírito Santo (1 João 2.27). Não perca esse grande privilégio. Sentar-se aos pés do Salvador, Deus, o Pai e o Espírito Santo.

"Eles ajudarão a experimentara sabedoria e a disciplina;a compreender as palavras que dão entendimento; a viver com disciplina e sensatez,fazendo o que é justo, direito e correto;ajudarão a dar prudência aos inexperientes e conhecimento e bom senso aos jovens.
Se o sábio lhes der ouvidos,aumentará seu conhecimento,e quem tem discernimento obterá orientação"(Provérbios 1: 2-5).

Ouvir é uma maneira muito eficaz de ganhar conhecimento e sabedoria e é um atributo muito raro. A maioria das pessoas querem falar e falar e apenas uma fração minúscula de pessoas querem ouvir. Uma pessoa que ouve os outros é uma pessoa sábia (1,5; 8,33; 12,15; 13,1; 19,20). Todo mundo precisa de ouvir e aprender com os outros. Os cristãos devem ouvir seu Pai celestial. A maneira que nós escutamos a Ele é pelo ouvir, ler, estudar, memorizar e meditar sobre as Escrituras. Se você quer crescer espiritualmente escute o Senhor o mais rápido possível através da oração e leitura das Escrituras.

"Ouve o conselho, e recebe a correção, que pode ser sábio em seus últimos dias" (Provérbios 19.20).

"Inclinai os vossos ouvidos e ouve as palavras dos sábios, e aplica o teu coração ao meu conhecimento" (Provérbios 22.17).

Quando um cristão deixa de ouvir o Senhor, a sua vida espiritual vai cair. Os traços de uma pessoa que está fora da verdadeira comunhão com o Senhor torna-se evidente com manifestações crônicas do comportamento pecaminoso, como, trazendo divisão em ministérios cristãos ou injustamente condenar os outros. A Escritura nos diz que mesmo as orações de uma pessoa são uma abominação a Deus (Provérbios 28.9).

Ele ou ela vai desviar-se da Palavra e parar de obedecê-la (Provérbios 19.27) e escorregar em uma condição apóstata e, eventualmente, anda segundo o conselho dos ímpios, está no caminho dos pecadores e senta-se no banco dos escarnecedores (Salmo 1.1 ). A vida dessa pessoa já não será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas que dá o seu fruto no tempo devido, cuja folhagem não murcha. Em vez de prosperar, eventualmente, este tipo de pessoa venha a  transformar em ruínas (Salmo 1.3).

"Aquele que é desprovido de sabedoria despreza o seu próximo, mas o homem de entendimento se cala" (Provérbios 11:12).

A sabedoria é um tesouro precioso que todos devem buscar com maior zelo, mais do que as riquezas do mundo ou qualquer outra coisa (Provérbios 2.1-5). A sabedoria é mais valioso do que o ouro, prata ou pedras preciosas . (Provérbios 3,13-14; 8,10-11; 16.16). Todo mundo que busque a sabedoria em uma base diária ama sua própria alma (Provérbios 19.8).

A sabedoria é encontrada na Bíblia. Se você quiser sabedoria diretamente do Criador do universo,tem que estudar a Bíblia. O estudo das escrituras diariamente (Atos 17.11) e estudar diligentemente (2 Timóteo 2.15). Quando você pensa que estudou a Bíblia o suficiente comece tudo de novo e estude mais do que antes. Nunca pare de estudar as Escrituras, porque ninguém pode compreender todas as profundezas da Santa Palavra infalível de Deus nesta vida.fonte

Por que Deus Parece não Responder às Minhas Orações?

Porque Deus não Responde Minhas Orações


Frequentemente citado é o Salmo 37: 4, "e ele lhe dará os desejos do seu coração."Esta porção da Escritura é frequentemente usado para dizer que Deus lhe dará o que você pedir. No entanto, a primeira parte deste versículo, muitas vezes não cotadas-fornece o verdadeiro significado por trás dele. Salmo 37: 4, "Agrada-te do Senhor e Ele lhe concederá os desejos do teu coração."


Se você está tendo prazer nas coisas de Deus, e você quer para si mesmo nem mais nem menos do que a vontade de Deus para você, então você pode ter certeza que Ele vai lhe conceder seus desejos. Mas, quando você mistura seus próprios desejos e planos  em suas orações, Deus pode não responder da maneira que você pensou que queria. Tiago 4: 3 diz: "Quando você pede, você não recebeis, porque pedis mal, que você pode gastar o que você tem em seus prazeres."

Oração:Como Orar a Deus

"Senhor, eu te agradeço por todas as suas bênçãos. Eu dou o meu dia para você. Eu coloco as minhas preocupações e meus desejos a seus pés. Por favor, me dê a Sua perspectiva sobre o meu dia. Ajuda-me a pedir minhas prioridades de acordo com a sua vontade de me. Senhor, por favor me mostre seu coração nas coisas que me interessam. " Esta oração será sempre respondidas. O único desejo nesta oração sincera é deliciar-se com a vontade do Senhor.

Como Ler a Bíblia Porque a Bíblia é Importante Para Nós

Colocando de forma simples, devemos ler e estudar a Bíblia porque é a palavra de Deus a nós. 


II Timóteo 3:16 afirma que a Bíblia é “divinamente inspirada”. Em outras palavras, é a Palavra de Deus a nós. Há tantas perguntas feitas por filósofos e pessoas, e que Deus responde a nós nas Escrituras: Qual o propósito da vida? De onde venho? Há vida após a morte? O que acontece após a morte? Como posso chegar ao céu? Por que o mundo está cheio do mal? Por que luto tanto para fazer o que é certo? Além dessas “grandes” perguntas, a Bíblia dá muitos conselhos práticos em áreas como: O que devo procurar em um cônjuge? Como posso ter um casamento bem sucedido? Como posso ser um bom amigo? Como posso ser um bom pai ou uma boa mãe? O que é o sucesso e como consegui-lo? Como posso mudar? O que realmente importa na vida? Como posso viver de modo a não olhar pra trás e me arrepender? Como posso agradar a Deus? Como posso obter perdão? Como posso lidar com as circunstâncias injustas e acontecimentos ruins na vida de forma vitoriosa?

Devemos ler e estudar a Bíblia porque ela é totalmente confiável, sem erro. A Bíblia é única entre tantos livros chamados “sagrados”, pois não dá simplesmente ensinamentos morais dizendo: “confie em mim”. Ao contrário, nos dá a capacidade de testá-la verificando as centenas de detalhadas profecias que faz, verificando os registros históricos que faz, e checando os fatos científicos que relata. Aqueles que dizem que a Bíblia tem erros têm seus ouvidos cerrados à verdade. Uma vez Jesus perguntou o que era mais fácil dizer: “Seus pecados estão perdoados” ou “Levante, pegue sua cama e ande.” Então Ele provou que Ele tinha a capacidade de perdoar pecados (algo que não podemos ver com nossos olhos) curando o paralítico (algo que os que se achavam ao redor podiam verificar com seus próprios olhos). Da mesma forma, a nós é dada a certeza de que a Palavra de Deus é verdadeira quando discute áreas espirituais que não podemos verificar com nossos sentidos, mostrando-se verdadeira naquelas áreas que podemos (exatidão histórica, científica e profética).

Devemos ler e estudar a Bíblia porque Deus não muda e porque a natureza humana não muda: a Bíblia é tão relevante para nós quanto o era quando foi escrita. Enquanto a tecnologia se transforma ao nosso redor, os desejos e natureza da humanidade não mudam. Você achará, ao ler as páginas da história bíblica, que, falando de relações pessoais ou sociedades, “não há nada novo debaixo do sol”. E enquanto a humanidade, como um todo, continua a buscar amor e satisfação em todos os lugares errados, Deus, nosso bom e amoroso Criador, nos diz que nos trará alegria DURADOURA. Sua Palavra revelada, as Escrituras, são tão importantes que delas disse Jesus: “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus” (Mateus 4:4). Em outras palavras, se você quer viver a vida em seu máximo potencial, como foi a intenção de Deus, ouça e considere a palavra escrita de Deus... isto é mais importante do que comer!

Devemos ler e estudar a Bíblia porque há tantos ensinamentos falsos ao nosso redor, mas a Bíblia nos dá um padrão de medida pelo qual podemos diferenciar a verdade do engano. Ela nos diz como é Deus. Ter uma impressão errada de Deus é adorar a um “ídolo” ou “falso deus”, pois assim estamos adorando algo que não é Ele! A Bíblia nos diz como alguém verdadeiramente chega ao céu... e não é por ser bom ou batizado, ou por nada mais que POSSAMOS FAZER (João 14:6; ; Efésios 2:1-10; Isaías 53:6; Romanos 3:10 em diante, 5:8; 6:23; 10:9-13). Neste pensamento, a Palavra de Deus nos mostra o quanto Deus nos ama (Romanos 5:6-8; Isaías 53:1 em diante.), e é aprendendo isto que somos levados a amá-Lo também (I João 4:19).

A Bíblia vai equipar você para servir a Deus (II Timóteo 3:17; Efésios 6:17; Hebreus 4:12). Ela ajudará você a saber como ser salvo de seu pecado e sua conseqüência básica (II Timóteo 3:15).fonte

Tito 2 Tu, Porém,Fala o que Convém à Sã Doutrina. Tito 2:1

Tito 2: 


Que capítulo bíblico agradável de se ler! É um trecho pequeno, apenas 15 versos. Nos primeiros 10, Paulo recomenda que Tito exorte a grupos específicos de pessoas: velhos, mulheres, jovens, servos, e que também fosse atento com a sua própria conduta, de forma que pudesse ser exemplo aos demais. Os últimos cinco versos devem ser lidos tendo em mente os anteriores. 

Vejamos os dois primeiros, 11-12:


"Pois a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação  todos os homens. Ela nos ensina a abandonar a impiedade e as paixões mundanas, para que vivamos neste presente século sóbria, justa e piedosamente"

Após orientar diferentes grupos de pessoas, de forma que essa orientação contempla quase todos os grupos da igreja, Paulo diz o que está nesses versos. E a beleza que vejo no texto é o conteúdo do verso 12, relacionado ao restante. É a graça de Deus, a graça salvadora de Deus, que nos ensina a vivermos separados do que não agrada a Deus e mais próximos à uma vida santa.


É importante que seja claro em nossa mente a dependência da graça para a nossa santidade. Uma santidade que não reconhece que é Deus quem a sustenta, por sua graça e misericórdia, através do Espírito Santo, se torna uma ação supostamente digna de méritos - o que anula a graça. Se qualquer atitude nossa fosse capaz de causar em Deus qualquer agrado, Cristo não precisaria ter morrido por nós. Seu sacrifício nos reconcilia com o Pai, pois somos pecadores por natureza e não conseguiríamos ser santos  ponto de não sermos condenados. Portanto, até aquilo que conseguimos fazer para agradar a Deus, deve ter seu crédito tributado ao Espírito Santo, que nos capacita a tal.

Sempre me lembro de uma oração de Agostinho de Hipona que ficou registrada e dizia: "concede-nos o que nos ordenas". O mesmo Senhor que exige de nós a santidade, usa de graça conosco e nos concede seu Espírito para que alcancemos o que ele deseja. O texto que lemos diz que devemos viver "sóbria, justa e piedosamente". Ou seja, devemos ser moderados, praticar e promover a justiça no nosso meio e ter uma vida que se compadece da necessidade do próximo, uma vida altruísta.

O problema é que somos justamente o contrário, por natureza: somos mais preocupados com nossos próprios interesses do que com os dos outros, e muitas vezes acabamos desprezando a sobriedade e até sendo injustos. Mas o Espírito Santo, instrumento da graça salvadora de Deus, nos ensina a fazer o que é correto.

Se queremos caminhar com Cristo, precisamos entender essas verdades. Caso contrário, ou cultivaremos uma santidade que, a qualquer momento, será lembrada como algo que nos faz dignos de receber qualquer coisa de Deus, ou justificaremos nossos pecados na nossa incapacidade natural de acertar. Mas graças a Deus por Jesus Cristo. Graciosamente, ele foi entregue no nosso lugar, seu sacrifício foi aceito por Deus Pai e seu Espírito foi enviado para fazer morada em nós. Façamos jus à tanta graça, aprendendo a viver de forma que agrade ao nosso Deus.fonte

Movimento Chuva Serôdia Significado

Movimento Chuva Serôdia?
O Movimento Chuva Serôdia é uma influência dentro do pentecostalismo que ensina que o Senhor está derramando o Seu Espírito novamente, como fez no dia de Pentecostes, e usando os crentes para preparar o mundo para a Segunda Vinda. O Movimento Chuva Serôdia é antidispensacional e amilenial, e muitos dos seus líderes adotam ensinos aberrantes.

O termo "chuva serôdia" foi usado pela primeira vez no início da história do pentecostalismo, quando David Wesley Myland escreveu um livro chamado Latter Rain Songs (Canções Chuva Serôdia), em 1907. Três anos depois, Myland escreveu The Latter Rain Covenant (Aliança Chuva Serôdia), uma defesa do pentecostalismo em geral.





O nome vem de Joel 2:23: "Alegrai-vos, pois, filhos de Sião, regozijai-vos no SENHOR, vosso Deus, porque ele vos dará em justa medida a chuva; fará descer, como outrora, a chuva temporã e a serôdia." Os pentecostais interpretam a "chuva" neste versículo como um derramamento do Espírito Santo. A "chuva serôdia" (o derramamento durante o fim dos tempos) seria maior do que a "chuva temporã".

Em 1948, um "reavivamento" eclodiu em Saskatchewan, no Canadá, e os ensinamentos do Movimento Chuva Serôdia foram esclarecidos. Os envolvidos nesse reavivamento estavam convencidos de que estavam à beira de uma nova era, uma na qual o Espírito Santo demonstraria o Seu poder de uma forma maior do que o mundo já tinha visto. Nem mesmo o tempo dos apóstolos, disseram, tinha testemunhado tal movimento do Espírito Santo.

O ensino Chuva Serôdia é caracterizado por uma hermenêutica altamente tipológica. Ou seja, a Bíblia é interpretada de uma forma simbólica e extremamente estilizada. A ênfase é colocada na revelação extrabíblica, como profecias pessoais, experiências e diretrizes diretamente de Deus. A doutrina Chuva Serôdia inclui as seguintes crenças:

- Os dons do Espírito, incluindo línguas, são recebidos através da imposição de mãos 

- Os cristãos podem ser demonizados e necessitam de libertação 

- Deus restaurou todas as funções de ministério para a Igreja, incluindo as funções de apóstolos e profetas

- A cura divina pode ser administrada através da imposição de mãos

- Louvor e adoração introduzirão Deus à nossa presença 

- As mulheres têm um papel de ministério pleno e igual na Igreja

- As linhas denominacionais serão destruídas, e a Igreja será unificada nos últimos dias 

- A "chuva serôdia" concluirá a obra de Deus; a Igreja será vitoriosa sobre o mundo e inaugurará o reino de Cristo

Muitos "apóstolos" no Movimento Chuva Serôdia também ensinam a doutrina dos "filhos manifestos de Deus." Esta é uma doutrina herética que diz que a Igreja vai dar origem a um grupo especial de "vencedores" que receberão corpos espirituais, tornando-se imortais.

É importante notar que as Assembleias de Deus consideraram o Movimento Chuva Serôdia como contendo heresia desde o início. Em 20 de abril de 1949, as Assembleias de Deus oficialmente rejeitaram esse movimento, quase dividindo a denominação no processo. Outros grupos pentecostais estabelecidos aprovaram resoluções similares.

Hoje, o termo "chuva serôdia" é raramente usado, mas a sua teologia continua a exercer uma influência. A maioria dos ramos do Movimento Carismático aderem ao seu ensino. Movimentos modernos, como o Reavivamento Brownsville/Pensacola, a Bênção de Toronto e o fenômeno do "riso santo" são um resultado direto da teologia Chuva Serôdia.fonte
Eu Sou uma Boa Pessoa, Então eu Vou Para o Céu. OK? Não! Você não Vai !!

Eu Sou uma Boa Pessoa, Então eu Vou Para o Céu. OK? Não! Você não Vai !!

Eu sou uma boa pessoa, então eu vou para o Céu. OK, Eu faço algumas coisas ruins, mas faço mais coisas boas, então vou para o Céu.',

'Deus não vai me enviar para o inferno só porque não vivo de acordo com a Bíblia. Os tempos mudaram!'.Não dá pra viver a bíblia nos dias de hoje !.O mais importante é o coração”, não importa se você bebe, se prostitui,se veste de maneira vulgar, pratica a idolatria, participa de festas mundanas etc Deus só quer meu coração! 'Apenas pessoas realmente más como pedófilos e assassinos vão para o inferno.' 'Eu acredito em Deus, apenas o sigo do meu próprio jeito. Todos os caminhos levam a Deus.' Todas estas são conclusões comuns entre a maioria das pessoas, mas a verdade é que são todas mentiras. Satanás, o qual tem poder sobre o mundo, planta estes pensamentos nas nossas mentes. Ele, e qualquer um que siga os seus caminhos, é um inimigo de Deus (1 Pedro 5:8). Satanás sempre se disfarça como bom (2 Coríntios 11:14), mas tem controle sobre todas as mentes que não pertencem a Deus. “...[Satanás, ] o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus” (2 Coríntios 4:4).É uma mentira acreditar que Deus não se importa com pecados menores e que o inferno é destinado às 'pessoas más'. Todo pecado nos separa de Deus, mesmo uma 'pequena mentirinha'. Todos pecaram e ninguém é bom o suficiente para ir ao Céu por sua própria conta (Romanos 3:23). Entrar no Céu não se baseia no nosso bem superar o nosso mal; todos perderíamos se este fosse o caso. “E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça” (Romanos 11:6). Não há nada bom que possamos fazer para ganhar a nossa entrada no Céu (Tito 3:5).“Entrai pela porta estreita: porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela” (Mateus 7:13).Mesmo que todo mundo esteja vivendo uma vida de pecado, e crer em Deus não seja popular, Deus não vai perdoar isto. “nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, o espírito que agora atua nos filhos da desobediência” (Efésios 2:2). Quando Deus criou o mundo, este era perfeito. Tudo era bom. Então ele fez Adão e Eva, e deu-lhes o seu próprio livre-arbítrio, de forma que teriam a escolha de seguir e obedecer a Deus ou não. No entanto, Adão e Eva, as primeiras pessoas que Deus fez, foram tentados por Satanás a desobedecer a Deus, e eles pecaram. Isto os impediu (e a todos os que vieram depois deles, incluindo a nós) de ter uma relação íntima com Deus. Ele é perfeito e não pode estar no meio do pecado. Como pecadores, nós não poderíamos chegar lá pela nossa própria vontade. Então, Deus criou uma forma pela qual poderíamos estar unidos com Ele no Céu.
“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).
“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23). Jesus nasceu para que pudesse nos ensinar o caminho e morreu por nossos pecados para que não o tivéssemos de fazer. Três dias após a Sua morte, Ele ressuscitou do sepulcro (Romanos 4:25), provando ser vitorioso sobre a morte. Ele completou o caminho entre Deus e o homem para que este pudesse ter uma relação pessoal com Ele, precisando apenas acreditar. “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3). A maioria das pessoas acredita em Deus, até Satanás acredita. Entretanto, para receber a salvação, é preciso se voltar para Deus, formar uma relação pessoal com Ele, voltar-se contra os nossos pecados e seguir a Ele. Devemos acreditar em Jesus com tudo o que temos e em tudo o que fazemos. “Justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os que creem; porque não há distinção” (Romanos 3:22). A Bíblia nos ensina que não há outro caminho para salvação a não ser através de Cristo. Jesus diz em João 14:6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.” Jesus é o único caminho para a salvação porque Ele é o Único que pode pagar o preço pelos nossos pecados (Romanos 6:23). Nenhuma outra religião ensina a profundidade ou seriedade do pecado e das suas consequências. Nenhuma outra religião oferece o pagamento infinito que só Jesus poderia dar pelo pecado. Nenhum outro “fundador religioso” foi Deus vindo como homem (João 1:1,14) – a única forma pela qual um débito infinito poderia ser pago. Jesus tinha que ser Deus para que pudesse pagar nosso débito. Jesus tinha que ser homem para que pudesse morrer.

A salvação está disponível apenas pela fé em Jesus Cristo! “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:12).
;"Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, de sorte que venham os tempos de refrigério, da presença do Senhor(Atos 3:19)fonte

Pastores Divorciados Não Tem Autoridade Para Liderar Uma Igreja !!!


Pastores divorciados que separaram de suas esposas,são pastores reprovados ?


Pela relevância do tema, preciso antes de analisá-lo, lembrar o contexto e a realidade  de desconfiança e incredulidade que se encontra a Igreja Cristã em nossos dias.
Hoje observamos que as pessoas, mesmos as cristãs, já não acreditam na eficácia e eficiência da Igreja como uma organização abençoadora e participante dos propósitos de Deus neste mundo. Antes, a consideram “falida” e ineficaz para propagar a Palavra de Deus e para cuidar de vidas.
Por que isso ocorreu? O que levou as pessoas a pensar desta forma?
Bem, são várias as respostas para estas questões, mas a que considero mais chocante é que a maioria dos cristãos perdeu a confiança em seus pastores e líderes, e não os consideram mais um “padrão” (exemplo) para os fiéis. Essa desconfiança fez com que não os respeitassem mais e não os considerassem como conselheiros e guias adequados para ajudá-los em seus dilemas e problemas diários.
E como os pastores e líderes perderam a confiança do rebanho de Cristo?
A resposta é que simplesmente não fizeram, não praticaram em suas vidas, o que ensinavam e pregavam aos demais irmãos. Foram incoerentes e inconsequentes, e mais, foram infiéis ao que nos ensinam as Escrituras. Negaram com suas ações tudo aquilo que a vida inteira afirmaram ser a verdade bíblica, a verdade de Deus para a Igreja.
Uma destas incoerências se deu e se dá pela epidemia de pastores e ministros evangélicos que se separam e se divorciam de suas esposas e se casam com outra.
O divórcio e o adultério invadiram a igreja, enquanto ovelhas e pastores igualmente demonstraram pouco ou nenhum interesse para com esta contaminação, mais e mais ministros entraram para o sistema mundano do “casa-separa-casa-separa”, criando uma atmosfera de epidemia na igreja. A racionalização reinou suprema em detrimento da Palavra de Deus.
E aí então, entramos propriamente no assunto e questão principal deste artigo, ou seja, podem estes pastores e ministros prosseguirem pastoreando e liderando o povo de Deus após terem essas atitudes e postura?

A resposta é rápida e simples: NÃO !



E porque digo isso? Porque a Bíblia os considera repreensíveis para o ministério pastoral.
A seguir demonstro biblicamente, porque afirmo isso, enumerando algumas razões que impedem um pastor de continuar com seu ministério após se separar, se divorciar de sua esposa:


1ª RAZÃO:
Porque Ele passa a NÃO ser um exemplo dos fiéis.

Em I Tim. 4:12, Paulo exorta ao pastor Timóteo para que seja "...o padrão (exemplo) dos fiéis..." O homem que está no segundo, ou até no terceiro casamento, não pode ser exemplo dos fiéis, por não ser esta a vontade de Deus para o seu povo: Ele odeia o divórcio (Mal. 2:16). Os jovens de tal igreja estariam automaticamente, levantando a possibilidade de os seus futuros casamentos, se não derem certo "como o do pastor", o divórcio seria uma opção e ainda Deus os estaria ainda abençoando após algumas "tribulações..." Desastroso exemplo seria também para os que entrarão ou já estão no ministério pastoral. O Cristianismo verdadeiro não segue o lema de "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço". Paulo disse "sede meus imitadores como eu sou de Cristo" (I Cor. 3:15). O ministério pastoral não é para qualquer um, mas para os que tem condições morais de dar exemplo (Heb. 13:7).

2ª RAZÃO: Porque ele NÃO é mais irrepreensível.

Em I Tim. 3:2 temos as qualificações para o pastor: "Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível..." A palavra traduzida por irrepreensível usada no texto acima é do grego "anepleptos". Ela aparece 3 vezes no Novo Testamento, a saber: I Tim. 3:2, 5:7 e 6:14. O significado é sempre o de alguém de quem não se pode falar nada contra, sem mancha, sem culpa, inacusável. Independente de ser ou não o causador do divórcio ( se é que existe tal condição ), o homem que passou por esta experiência não se encaixa nas exigências bíblicas, e será usado pelo diabo para escandalizar e envergonhar o Evangelho. Existe "pastor" que se casou em rebeldia contra os conselhos dos pais, de amigos e até de seus pastores atraindo as maldições do Senhor. Tal flagrante violação da vontade de Deus, tornou tal crente o único responsável pela falência do seu próprio casamento, desqualificando-o de uma vez por todas, para o exercício do pastorado.

3ª RAZÃO: Ele Não é mais marido de UMA SÓ mulher.

"Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher..." (I Tim. 3:2). A expressão "marido de uma mulher" significa muito mais do que o leitor superficial possa imaginar e não é como alguns afirmam equivocadamente “uma esposa de cada vez”. Ora, isso seria um convite e uma motivação para vários casamentos, e não penso que a Palavra de Deus concorda com esta teoria. O ensino é que a mulher com quem o bispo, pastor é casado é a sua primeira e única! Não tem nada a ver com a condenação de relacionamentos simultâneos, o que seria adultério. Entretanto, existe uma linha de interpretação aqui defendida por muitos, que situa esta orientação baseado numa suposta condenação da poligamia. Penso que seria um absurdo tão redundante e flagrante o pecado da poligamia que Paulo não precisaria se referir a ela para uma pessoa especial como o bispo. O que realmente está em jogo aqui é a conduta ilibada e irrepreensível do pastor no seu relacionamento singular com a sua primeira esposa. Em algumas versões bíblicas, o texto fica ainda mais claro e aparece assim: É preciso, porém, que o dirigente seja irrepreensível, esposo de uma única mulher... ou ainda, diz: É, porém, necessário que o inspetor seja irrepreensível, que não tenha sido casado senão uma vez...
Veja o verso afim em I Tim. 5:9. "...e só a que tenha sido mulher de um só marido." É óbvio que a viúva a que Paulo se refere, só poderia receber auxílio da igreja se tivesse vivido com um só homem. Por estar ele morto não haveria outro. Esta é a mesma construção gramatical que se refere a situação do pastor, apenas invertendo-se os substantivos. A ênfase em I Tim. 3:1 sobre a vida conjugal do pastor é tão flagrante, que a mesma palavra que é usada para expressar a unicidade da mulher da sua vida, é usada também em todas as vezes no Novo Testamento para expressar que marido e mulher se tornam uma só carne. O homem que se divorcia e se casa com outra mulher não reverte o se tornar uma só carne com a primeira, portanto ele não é mais marido de uma só mulher nem na singularidade nem na ordem numeral. Se voltasse para a primeira mulher cessaria o adultério, mas a desqualificação está selada para sempre.

3ª RAZÃO: Ele Não tem mais autoridade para orientar nem aconselhar.

Certo pastor, que estava no segundo casamento, teve a audácia de, ao pregar numa determinada igreja, mencionar a sua indignação ao se deparar com colegas que estavam no segundo casamento... Tal falta de honestidade e coerência nos faz lembrar a advertência do Mestre que disse "Ou como dirás ao teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho; estando uma trave no teu" (Mat. 7:5). O divorciado não pode pregar numa igreja como pastor, muito menos aconselhar os casais crentes sobre família, porque a sua não é mais exemplo. Se tentar aconselhar estará sendo hipócrita, se não aconselhar estará sendo omisso com o ministério mutilado.
Como um pastor divorciado poderá aconselhar um casal que está com problemas no casamento? Com que autoridade ele dirá para lutarem pelo seu casamento, para se perdoarem e buscarem a reconciliação se ele mesmo não conseguiu fazer isso? Como esse pastor aconselhará um jovem casal prestes a se casar orientando-os que o casamento é um compromisso até a morte se ele mesmo não cumpriu isso?
Não tem jeito, o Cristianismo não funciona segundo palavras vazias, mas com exemplo de vida. Mesmo que o homem não tenha se casado novamente, a situação de separação da primeira esposa já o desqualifica para o pastorado, pois não conseguiu, falhou, fracassou em “governar sua própria casa”.

4ª RAZÃO: Ele contradiz a própria Palavra que prega, por exercer, em rebeldia, uma posição para a qual Deus não o permite mais...

Quando o pastor sobe ao púlpito para pregar, ele não pode expressar as suas opiniões. Ele tem que entregar uma mensagem que não é a sua. Ele tem que pregar a Palavra de Deus em obediência a Cristo. Se o pregador está em rebeldia no seu viver, ele está desqualificado para pregar. Suas palavras são vazias e sem poder. Não importa o que a igreja pense, o tamanho da congregação, ou quantas conversões acontecem: o seu líder nessas condições está sem a bênção do Senhor, não importando os "sinais externos": os resultados não autenticam a fonte (I Cor. 3:13-15).
A verdade é que ele seria um desastre espiritual a médio e longo prazo para a Igreja que o aceitar. Não se pode colocar o pecado em compartimentos. Quando ele entra na igreja sob a forma de omissão e rebeldia contra a Palavra de Deus, qual fermento se espalha para vários outros setores. Com o pecado não se brinca. A tendência do homem é o pecado, principalmente na área de família e sexo. Na igreja isto também se verifica. Se a liderança não tem os padrões de Deus, a degeneração dos crentes é certa. Os líderes cristãos não podem ser egoístas, buscando seus interesses a curto prazo, nem status de liderança para encobrir pecados pessoais.
Se os padrões são decadentes, pode-se esperar que os crentes que se desenvolveram dentro do ambiente de tolerância com o pecado serão cada vez mais decadentes, frios e finalmente apóstatas. Veja as advertências do Senhor às 7 igrejas do Apocalipse. A igreja local também não deve aceitar um pastor divorciado. Eles estariam em rebeldia contra a Palavra de Deus, independente do número de votos que homologou a aceitação. Os crentes sérios que porventura pertençam a tal igreja deveriam imediatamente se retirar dela, recusando submeter-se a um líder desqualificado e não aprovado por Deus. O voto da maioria nesse caso não opera a vontade de Deus (Ex.23:2).


5ª RAZÃO: Ele desonra o gesto prudente de ex-pastores que abandonaram o ministério por fracassarem no casamento.

Há diversos casos de pastores que, apesar de terem o chamado de Deus para o ministério, tiveram a dignidade e a nobreza de abandoná-lo após se desqualificarem devido ao divórcio, separação ou conduta. Quando alguém insiste em permanecer no ministério nessas condições está desonrando a Deus e a esses homens dignos que entenderam que não era mais a vontade de Deus a sua liderança sobre o Seu povo. Quando alguém assim permanece no ministério, na verdade está se julgando muito importante e indispensável para o trabalho de Deus (Luc. 17:10).

6ª RAZÃO: Ele destruiu o modelo de compromisso indissolúvel entre Cristo e sua Igreja.

O relacionamento eterno entre Cristo e os salvos, é comparado com o do marido e esposa cujo compromisso não é para ser quebrado (Efésios 5:22-33). Cristo sempre teve a Sua igreja no mundo, e em certos períodos, sobraram apenas poucos, que foram perseguidos, traídos, torturados, sepultados nas celas das masmorras, martirizados por sua fé, ou obrigados a fugir para a fortaleza das montanhas e para as covas e cavernas da Terra, mas continuaram guardando os mandamentos de Seu Pai.

7ª RAZÃO: Ele Não pode celebrar casamentos: “Até que a morte os separe” (Rom. 7:2-4, I Cor. 7:39)

Como pode um pastor proferir os votos conjugais para um casal de noivos, se ele mesmo não cumpriu na sua vida? Ou teremos que mudar os votos matrimoniais para: até que o divórcio os separe?

8ª RAZÃO: Ele está contribuindo para a degeneração dos padrões familiares.

Se pastores, tendo suas famílias dentro dos padrões bíblicos, já sofrem com a desintegração de várias famílias dos membros, imagine se do púlpito vem o péssimo exemplo do fracasso conjugal. Nesse caso os fundamentos da família estão abalados para as gerações seguintes (Sal. 11:3).
O divórcio é uma ameaça para a família cristã. As suas consequências são devastadoras para a família. Por esse motivo "... o Senhor Deus de Israel diz que aborrece o repúdio..." (Mal. 2:16). O homem que foi chamado para anunciar a Palavra de Deus como pastor não pode ser divorciado, muito menos casado pela segunda vez. Se alguém está nessa triste situação deve ter a humildade suficiente de abandonar o ministério urgentemente para não causar mais prejuízos ao testemunho do Evangelho e procurar exercer os seus dons fora da liderança da igreja, pois o seu chamado acabou tão logo tenha ocorrido a desqualificação.


Conclusão.

Para os crentes que desfrutam a bênção de ter o seu casamento dentro da vontade de Deus, fica o alerta para, humildemente, reconhecer a Graça do Senhor (I Cor. 10:12) e buscar em fervente oração, forças e discernimento para combater as armadilhas do maligno para a destruição da família.
O pecado sexual geralmente se faz acompanhar de outros. Ao se divorciar (cometendo adultério ou não), uma pessoa quebra pelo menos cinco princípios bíblicos: Coloca o desejo pessoal acima de Deus, rouba, cobiça, dá falso testemunho e quebra a aliança: “até que a morte os separa”, ou o “que Deus uniu, não separe o homem”.
Em razão da vergonha decorrente do pecado sexual, há a forte tendência de cometer pecados para encobri-lo. Se alguém tivesse dito ao rei Davi que embebedaria um homem e depois o mataria, ele não acreditaria. O pecado sexual, porém, o tornou mentiroso, ladrão e assassino."
Penso sinceramente que pastores que se divorciaram não precisam e não devem estar pastoreando, eles precisam sim é de ajuda, pois estão fragilizados e necessitados de atenção e amor da irmandade. Mas, essa ajuda não pode ser exercida em sua integralidade se teimarem em prosseguir pastoreando. Precisam, reconhecer que fracassaram e que precisam continuar agora servindo a Deus de outra forma e em outras áreas. Essa é a verdade, uma triste verdade, mas a pura verdade.
Portanto e finalmente, afirmo sem medo de errar que um pastor que cai em adultério, ou que se divorcia por outras razões, casando ou não novamente, pode e deve ser restaurado no Corpo de Cristo, o perdão de Deus também alcança pastores, mas para o ministério pastoral se tornou reprovado! fonte
Pr. Magdiel  Anselmo.
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